sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Bom... Não sei ao certo o que escrever por ser minha primeira postagem, mas aqui eu postarei um de meus poemas que julgo ser um de meus primeiros, as rimas estão meio ruins, é porque na época que escrevi (acho que no meio do ano passado) eu ainda não sabia fazer isso de uma forma em que as estrofes ficassem bem dividas ou com uma métrica boa... Lá vai então:



Reflexo de um Mundo

Em um vidro emoldurado
Mora um mundo ao avesso
Onde futuro é passado
E ninguém é travesso
Pois são todos escravos
De um mundo alternativo
Que a muito são aparentados.

Bom é mau
Verdade é mentira
Por trás de um sorriso
Esconde-se a ira
Que não conhece juízo
De um mundo a refletir.

Essa porta dimensional
Muitos segredos escondem
Não só beleza ornamental
Como conversas de um homem
Que dão oportunidades
Para uma possível rebelião
De desgraçadas imagens
Que não agüentam a repetição.

Libertai-vos ó seres desalmados,
Pois não suportastes mais
Tempos, a viver exilados.


Aí está. 
Eu me recordo claramente a minha intenção quando o escrevi, lá estava eu em algum dia (a qual não me lembro certamente a data) a admirar minha imagem refletida num espelho de casa, quando repentinamente me dá uma espécie de calafrio e começo a imaginar como se a imagem refletida tivesse vida em alguma outra dimensão (quem sabe) e estivesse apenas esperando para que pudessem se revoltar e conseqüentemente se libertarem...

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